sinucas & pebolins
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quarta-feira, 24 de junho de 2015
quarta-feira, 26 de março de 2014
mesa de sinuca e toto
Alugamos totós ou pebolins e sinucas; para festas, bares, igrejas, escolas, clubes, para sua diversão, no lazer de sua casa. temos tambem materiais esportivos como: tecidos para mesa de bilhar, jogos de bolaspara sinucas e totós, fichas para sinucas, cabeças de tacos, tacos, giz ect.
quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
Na Espanha, mulheres registram corpo em cartório contra reforma
Leia mais em: http://zip.net/bkmppYa lei do
da lei do aborto
- Javier Barbancho/Reuters8.fev.2014 - Manifestantes protestam em Madri neste sábado (8) contra um plano de reforma do governo para a lei espanhola de aborto. O primeiro-ministro Mariano Rajoy propôs restringir o aborto, o que gerou controvérsias entre vários setores da sociedade, inclusive o Partido Trabalhista, atualmente no poder
Uma ação coletiva inusitada surpreendeu os cartórios da Espanha. Mais de 200 mulheres entraram com um pedido de registro de propriedade sobre o próprio corpo. A iniciativa foi um protesto à reforma de lei que restringiria o direito ao aborto no país.
A reforma foi proposta pelo governo conservador do premiê Mariano Rajoy. Nesta terça-feira, a oposição apresentou um pedido ao Parlamento para retirar o projeto da pauta, mas acabou derrotada em uma votação secreta. O debate, portanto, continuará.
O ato nos cartórios foi realizado no último dia 5, simultaneamente, em seis cidades da Espanha: Madri, Barcelona, Bilbao, Sevilha, Pamplona e Pontevedra.
Em Barcelona e Madri, os cartórios acataram o pedido e estão fazendo os trâmites, o que surpreendeu as organizadoras do protesto.
"É uma ação simbólica", disse a idealizadora da iniciativa, a artista e ativista social Yolanda Domínguez. "Esse projeto é um retrocesso, uma limitação de nossas liberdades", disse.
'Corpo feminino'
Segundo as organizadoras, o ato foi pensado para para mostrar que as mulheres estão "fartas de que todo mundo decida sobre o corpo feminino".
"Foi uma maneira de reivindicar o direito de decidir sobre nosso corpo. Já que nos tratam como objetos, queremos reforçar que 'meu corpo é minha propriedade'", explicou a ativista.
José Antonio Calvo González de Lara, de um cartório de Madri, afirmou que dará a resposta oficial em até 15 dias, mas se mostrou cético.
"Recebemos as solicitações tal como rege a lei espanhola e vamos tramitá-las. Mas como gente não é coisa, não será fácil fazer o registro", adiantou.
Para a organizadora da iniciativa em Barcelona, Patricia Soley Beltran, doutora em sociologia de gênero e professora universitária, a solução está na prevenção.
"Ninguém aborta alegremente e sem refletir. O que se tem que discutir é como evitar uma gravidez indesejada, com mais educação sexual e com ajuda às mulheres que querem abortar por motivos econômicos, em vez de se legislar de maneira invasiva", sugeriu.
Yolanda se disse contente com a repercussão e contou que tem recebido e-mails de mulheres de outros países, inclusive do Brasil, que querem realizar ações coletivas como as espanholas.
"Embora o estopim na Espanha tenha sido um assunto local, a coisificação do corpo feminino é um assunto global. Em outros países, as mulheres continuam lutando pelo direito ao aborto", afirmou Yolanda.
Reforma restritiva
O projeto de "lei de proteção da vida do concebido e dos direitos da mulher gestante" restringe os critérios para o aborto, previstos em uma lei de 2010, aprovada durante o governo socialista de José Rodriguez Zapatero.
Na proposta em discussão, a interrupção só será permitida em casos de estupro (até a 12ª semana de gravidez) e de risco para a vida ou saúde física ou psíquica da mulher (até a 22ª semana).
Além disso, será necessária a avaliação prévia de dois médicos. As mulheres que considerem abortar terão acompanhamento, que detalhará as alternativas existentes, como a adoção. Jovens de 16 e 17 anos também precisarão pedir autorização dos pais para abortar.
Pela legislação de 2010, a mulher pode interromper a gravidez voluntariamente até a 14ª semana.
Apresentada em dezembro passado, a reforma tem suscitado uma série de manifestações no país pelo direito à interrupção da gravidez. Partidos da oposição e representantes de associações pelos direitos femininos argumentam que, se entrar em vigor, a lei vai ocasionar mortes por abortos clandestinos.
A reforma foi proposta pelo governo conservador do premiê Mariano Rajoy. Nesta terça-feira, a oposição apresentou um pedido ao Parlamento para retirar o projeto da pauta, mas acabou derrotada em uma votação secreta. O debate, portanto, continuará.
O ato nos cartórios foi realizado no último dia 5, simultaneamente, em seis cidades da Espanha: Madri, Barcelona, Bilbao, Sevilha, Pamplona e Pontevedra.
Em Barcelona e Madri, os cartórios acataram o pedido e estão fazendo os trâmites, o que surpreendeu as organizadoras do protesto.
"É uma ação simbólica", disse a idealizadora da iniciativa, a artista e ativista social Yolanda Domínguez. "Esse projeto é um retrocesso, uma limitação de nossas liberdades", disse.
'Corpo feminino'
Segundo as organizadoras, o ato foi pensado para para mostrar que as mulheres estão "fartas de que todo mundo decida sobre o corpo feminino".
"Foi uma maneira de reivindicar o direito de decidir sobre nosso corpo. Já que nos tratam como objetos, queremos reforçar que 'meu corpo é minha propriedade'", explicou a ativista.
José Antonio Calvo González de Lara, de um cartório de Madri, afirmou que dará a resposta oficial em até 15 dias, mas se mostrou cético.
"Recebemos as solicitações tal como rege a lei espanhola e vamos tramitá-las. Mas como gente não é coisa, não será fácil fazer o registro", adiantou.
Para a organizadora da iniciativa em Barcelona, Patricia Soley Beltran, doutora em sociologia de gênero e professora universitária, a solução está na prevenção.
"Ninguém aborta alegremente e sem refletir. O que se tem que discutir é como evitar uma gravidez indesejada, com mais educação sexual e com ajuda às mulheres que querem abortar por motivos econômicos, em vez de se legislar de maneira invasiva", sugeriu.
Yolanda se disse contente com a repercussão e contou que tem recebido e-mails de mulheres de outros países, inclusive do Brasil, que querem realizar ações coletivas como as espanholas.
"Embora o estopim na Espanha tenha sido um assunto local, a coisificação do corpo feminino é um assunto global. Em outros países, as mulheres continuam lutando pelo direito ao aborto", afirmou Yolanda.
Reforma restritiva
O projeto de "lei de proteção da vida do concebido e dos direitos da mulher gestante" restringe os critérios para o aborto, previstos em uma lei de 2010, aprovada durante o governo socialista de José Rodriguez Zapatero.
Na proposta em discussão, a interrupção só será permitida em casos de estupro (até a 12ª semana de gravidez) e de risco para a vida ou saúde física ou psíquica da mulher (até a 22ª semana).
Além disso, será necessária a avaliação prévia de dois médicos. As mulheres que considerem abortar terão acompanhamento, que detalhará as alternativas existentes, como a adoção. Jovens de 16 e 17 anos também precisarão pedir autorização dos pais para abortar.
Pela legislação de 2010, a mulher pode interromper a gravidez voluntariamente até a 14ª semana.
Apresentada em dezembro passado, a reforma tem suscitado uma série de manifestações no país pelo direito à interrupção da gravidez. Partidos da oposição e representantes de associações pelos direitos femininos argumentam que, se entrar em vigor, a lei vai ocasionar mortes por abortos clandestinos.
Momento de cautela: Taxas de cheque especial e empréstimos voltam a subir
12/02/2014 | 10h19min
Acompanhando o movimento da taxa básica de juros (Selic), as taxas médias de duas importantes modalidades de crédito pesquisadas pelo Procon-SP apresentaram alta, de acordo com pesquisa realizada pela fundação no dia 4 de janeiro.
Considerando que, desde novembro de 2013, as taxas médias de cheque especial e empréstimo pessoal têm apresentado um quadro de alta, a recomendação do órgão para o consumidor é para que tenha cautela ao optar por contratar qualquer das modalidades de crédito, refletindo sua real necessidade.
Das sete instituições pesquisadas para a amostra, três elevaram suas taxas de empréstimo pessoal e quatro de cheque especial. No empréstimo pessoal a taxa média dos bancos pesquisados foi de 5,44% ao mês, superior a do mês anterior, que foi de 5,40% ap mês, um acréscimo de 0,04 ponto. A maior alta verificada foi no Banco do Brasil, que alterou de 4,59% para 4,72% ao mês, o que significa um acréscimo de 0,13 ponto percentual, representando uma variação positiva de 2,83% em relação ao mês passado.
No cheque especial a taxa média dos bancos pesquisados foi de 8,66% ao mês, superior à do mês anterior, que foi de 8,48% a.m., representando um acréscimo de 0,18 ponto percentual. A maior alta verificada foi no Banco Itaú, que alterou de 8,75% para 9,47% ao mês, uma variação positiva de 8,23% em relação ao mês passado.
Para o consumidor que tiver dúvidas ou quiser fazer uma reclamação, a orientação do Procon-SP é que procure a fundação, que atende na capital paulista pelo telefone 151. O atendimento também pode ser feito pessoalmente, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h e aos sábados, das 7h às 13h, nos postos dos Poupatempo. O atendimentos nessas unidadas estão sujeitas a agendamento e distribuição de senha. O telefone para contado é 0800-772-3633.
No caso problemas com compras feitas pela internet, a reclamação pode ser registrada diretamente no site do Procon-SP pelo endereço: http://www.procon.sp.gov.br/atendimento_texto.asp. O endereço eletrônico também está aberto para orientação sobre qualquer outro problema de consumo.
Sindicato dos médicos se reúne com CRM e discute condições de trabalho e reajuste da categoria
12/02/2014 | 18h52min
Durante o encontro proposto por José Mesquita, o presidente do CRM-PB ressaltou a necessidade de resgatar as condições e valorização do trabalho dos médicos e se colocou a disposição do Sindicato dos Médicos da Paraíba (SIMED-PB).
De acordo com João Medeiros, a atenção dada a esse aspecto é fundamental para que a qualidade da prestação dos serviços não fique comprometida.
Na reunião, foi apontada ainda a necessidade da construção de uma mesa de negociação permanente para que os profissionais de saúde tenham suas reivindicações atendidas.
José Mesquita Neto afirma que o Sindicato dos Médicos considera “decepcionante” o aumento de 5% oferecido pelo Governo do Estado.
O médico ainda lamentou que ainda não exista uma política de fixação dos profissionais de medicina no interior da Paraíba, com um Plano de Cargos e Salários e condições adequadas de trabalho. Ele afirmou que será elaborado um relatório com propostas de melhoria do serviço de saúde no interior para apresentação ao Governo do Estado.
'Metro': 'É hora de a Fifa retirar a Copa do Brasil e entregá-la a outro país'
12/02/2014 | 10h05min
"Eles sentem que o dinheiro que está sendo gasto em estádios, seria mais bem gasto com educação, estradas e para melhorar a qualidade de vida do povo brasileiro. E quem pode divergir deles?", diz o texto do veículo.
O Metro diz que é está na hora da Fifa intervir e cancelar a Copa do Mundo no Brasil, e entregá-la a um país que tem a capacidade de organizar. A reportagem cita os EUA e a Inglaterra como principais países que teriam a capacidade para organizar a competição em curto prazo. "Obviamente, seria difícil organizar a competição numa fase tão tardia, mas o Brasil não é capaz de sediar uma Copa do Mundo no momento. Se há temores de mais tumultos, então por que correr o risco de sérios problemas?", questiona o Metro.
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